Thursday, November 13, 2014

Brindes, quem não ama?

Estou super felizinha :) Acabou de chegar aqui na minha casa uns brindes que ganhei ao fazer uma compra de $25 na Sephora (para quem tem o cartão fidelidade Beauty Insider).

Ganhei uma necessaire de mini maquiagens excelentes e perfuminhos olhem só.

Ao comprar duas máscaras de cílios da Clinique ....




















…ganhei essas maravilhas aqui. :) 


Perfeito para um kit viagens. Adoro miniaturas!

Thursday, November 6, 2014

Maquiagem de hoje

Enquanto o Lucas dava uma soneca, tempo chuvoso e nublado, decidi brincar de maquiagem :) Adoro!
Tava com vontade de passar uma sombra marrom + esfumado preto + sombra cor de uva e olho com rímel + batom nude :)
 Aproveitei a produção e fui na Target,  supermercado que amo. kkkk
Na próxima soneca do meu bebê, vou brincar de arrumar a casa! rsss....


Wednesday, November 5, 2014

Viajando com um bebê sozinha -de avião


Voltei do Brasil em setembro e somente agora escrevo sobre esse retorno. Desculpem-me, mas esse período foi um pouco tumultuado (pesquisando e visitando possíveis escolinhas/day care- para o Lucas), arrumando casa, lavando boas pilhas de roupa, amamentando…

Mas gostaria de dizer que a viagem de volta com o Lucas não poderia ter sido melhor. Saímos de Belo Horizonte no dia 15 de setembro com destino à São Paulo, para embarcar no vôo internacional com destino final em Houston, Texas.
De BH, viajamos de TAM até Sampa e de lá, iríamos de United Airlines à Houston. 

Para minha alegria, toda a bagagem iria direito de BH ao meu destino final. E eu ficaria livre para carregar o Lucas (no carrier/ Canguru) e a bagagem de mão. 
Detalhe: despachei também o bebê-conforto.
  
MAS nossa conexão em São Paulo  demoraria 8 horas (!!!)- das 13h às 21h- no aeroporto de Guarulhos: eu e um bebê de três meses. 

O meu espírito aventureiro de mãe não permitia a ideia de pegar um taxi até SP para passear, em 5 horas, sozinha e com o Lucas no colo, todo apertadinho.
O que fazer então?

Fiz uma pesquisa na internet antes da viagem e vi que tem um hotel chamado Fast Sleep, no terminal 2 (dentro do aeroporto mesmo) projetado justamente para esses apuros de longa estadia entre conexões. Foi nossa salvação, pois pude deitar o Lucas na cama, dar um banho nele e em mim (tomamos banho juntos, no chuveiro, já que estava sozinha.) Foi uma gincana, mas deu tudo certo.

Essa é a entrada do hotel Fast Sleep

O lance desse hotel é o seguinte: não se pode ficar mais de 8 horas, como o próprio nome induz. O quarto é minúsculo, com uma bi-cama e TV e o banheiro é compartilhado.  Tudo é bem digno e limpinho, organizado, mas o atendimento ao hospéde não é lá grande coisa não. O preço para 4 horas , se não me engano,-  foi aproximadamente  R$160. É caro, mas na minha circunstância era perfeito.  Só para terem uma ideia: Um taxi até a Avenida Paulista custa por volta de R$80, ida e volta daria o mesmo de ficar no hotel. 

Demos um cochilinho de gato, tomamos banho, lanchei e fomos para o check in, duas horas antes do voô.  O atendente da United Airlines em SP foi um anjo em minha vida pois, ao ver que eu viajava sozinha com um bebê, me deu um upgrade grátis para um assento  plus- com mais espaço para as pernas. E o melhor: o banco ao meu lado estava vazio…virou uma caminha improvisada para o Lucas. Um sonho. Ele dormia e mamava. Brincava um pouquinho e voltava a dormir. Não chorou. Durante o vôo, troquei a fralda dele duas vezes ( no aperto do banheiro de avião)

Ao amanhecer, já em Houston, o senhor  sentado ao lado do Lucas -um norte-americano que dormiu a viagem toda também- exclamou: “Ele é assim, calminho, normalmente? Que incrível!” …fiquei super feliz ao ouvi-lo pois dá um constrangimento danado em saber que estamos incomodando. Por mais que isso seja, muitas vezes, difícil de controlar.

Olha ele dormindo no assento do meio do avião :) Um fofo!!

E mesmo com ele quientinho e calmo, não fechei meus olhos um minuto. Não rolou de dormir ou descansar… ;/ 

Dicas ao viajar sozinha (o) com um bebê de poucos meses:

Ter as mãos livres é essencial. Então, invista num carrier (eu chamo de canguru). Eu ganhei o meu no chá de bebê aqui em Houston. O bebê fica grudadinho em você  e você se sente segura (o) andando com um neném indefeso num lugar tão público.  Além disso, o neném dorme que é uma beleza. Pelo menos com o Lucas, é quase instintivo ele dar uma soneca no canguru.
Canguru/carrier: é tudo de bom!!!

Se for o caso de ficar longas horas no aeroporto, tente fazer a reserva antes no Fast Sleep ou algo similar em outro aeroporto. Isso porque você nunca sabe se terá vaga. Tive que esperar uns 40 minutos para ter um quarto… Na próxima vez, vou reservar.

Despache o máximo de bagagens possível até o destino final, se a cia aérea o fizer. Me ajudou demais.

Se tiver mais $$ , viaje pelo menos com assento plus. Ou confie na sorte e no seu anjo da guarda para conseguir um upgrade de graça.

Use a bolsa do bebê para vc também. Carregue o essencial mesmo, para os dois. No meu caso, levei fralda demais. Não precisava de tantas. Para mim, coloquei uma peça de roupa extra (blusa e uma calça leve, tipo legging), um batom , nossos documentos e celular. 
Levei também uma outra malinha com roupas extras e coisas frágeis que trouxe do Brasil. Não se esqueça de um gorrinho para proteger o bebê do ar condicionado/frio da cabine.

Antes de entrar no avião, troque a fralda e alimente seu neném, pois terá mais conforto e liberdade fora do avião. Isso dá um sossego daqueles. :)


Boa viagem, queridos!!

Mais sobre viagem internacional com um bebê (de 1 mês!!!)aqui 


Tuesday, October 7, 2014

"A gente não quer só comida"

            Meu avô, em frente a uma das obras que trabalhou


Meu avó, José dos Santos, morreu quando eu tinha 3 anos. Mas minha mãe conta uma história que me comove sempre e serve como um guia na minha vida. José era pintor - de paredes e de prédios de Belo Horizonte-.Tinha 8 filhos. Minha avó era salgadeira e lavava e passava roupa pra fora. Um dia, meu avó ganhou de um patrão ingressos para ir ao cinema ( acho que era para o Cine  Pathé, isso na década de 1970.) Ele ficou muito feliz  por proporcionar esse luxo para 2 dos filhos. Afinal, se não sobrava $ para o mais básico, teria para cinema?
No dia, vestiram as melhores roupas ( de irem para igreja), arrumaram o cabelo e foram. Enfrentaram fila com os olhinhos brilhando ante a oportunidade de ver um filme ( imaginem a cena!). No entanto, na vez deles, foram impedidos de entrar pois estavam de chinelos. Não tinham sapatos.
Então,tiveram que voltar pra casa, sem graça, com vergonha até. Meu avô com uma tristeza e desesperança que só pais conseguem entender. 
Isso ocorreu há uns 40 anos...na capital mineira. José dos Santos morreu sem sequer imaginar (ou sonhar) que hoje, 2014, filhos como os dele contam histórias diferentes. Pessoas pobres como ele foi um dia têm mais oportunidades e mais inclusão.  Podem não somente ir a cinemas... mas até formar no terceiro grau, viajar, comprar carro (!!!)...
Enfim... desculpem-me pela longa historinha... Mas não consigo deixar de imaginar quantas famílias de "Josés dos Santos" ainda precisam serem incluídas nesse nosso Brasil. É por isso que não acredito de jeito nenhum que um governo de elite e para qa elite vai atender ( e compreender!) essa realidade.
 Quando vão entender que "A gente não quer só comida."?




José dos Santos, com o melhor terno, no casamento da minha mãe

Thursday, August 21, 2014

Arrumando malas!


Viajar é muito bom! Delícia demais e um dos melhores investimentos que há: experiência e cultura ninguém te tira :)
Mas para chegar ao destino precisamos de malas e/ou mochilas. Então, dependendo do motivo da trip e do tamanho das malas é necessário muita organização e criatividade. Como faço viagens frequentes de trabalho, já tenho minhas manhas para arrumar. Mas vira e mexe me surpreendo com dicas valiosíssimas. Uma que venho usando muito é a do aspirador de pó + saco tipo ziplock ( com válvula de ar).

O segredo desse truque  é tirar o ar de dentro do saco com as roupas já dentro. O volume ( não o peso!) reduz demais, o que aumenta a capacidade de levarmos ainda mais coisa! No meu caso sempre procuro viajar com malas pequenas, daquelas de carry-on. E ainda despacho a danada. Vou apenas com uma mochila dentro do avião. Minha bolsa ( pequena também) vai dentro da mochila. 

Olha que beleza! 

Desta forma, você ainda protege as roupas!

Detalhe da válvula que possibilita o vácuo



A mala fecha sem problema.


Para isso precisamos desse tipo de saco e um aspirador de pó


Friday, July 18, 2014

Viajar ou não com recém-nascido?


Lucas... em sua primeira viagem para o Brasil :)

Ninguém precisa dizer o dilema moral e físico que é o de decidir se viaja ou não com seu bebê novinho, de até dois meses de idade. Foi um martírio tomar essa decisão por vários motivos:

1) Considerando a data da viagem, meu neném teria apenas 1 mês de vida e alguns dias.... Ou seja, ainda não teria tomado todas vacinas que precisa ( no caso do meu filho, só havia tomado a da hepatite B, ainda no hospital) e as outras só se toma  aos 2 meses de idade.

2) distância da viagem: de Houston ( Estados Unidos)  à Belo Horizonte (Brasil): 13 horas, incluindo conexão.

3) Expor o bebê num lugar confinado, que é um avião.

4) Tinha passado por uma cesareana.... E ainda faltava 10 dias pra completar a quarentena.

Mas havia outras questões a considerar:

1)Estava de licença maternidade do meu trabalho nos EUA e seria a única chance de eu ter mais de 2
semanas ( esse é o período de férias anuais nos EUA) para que minha família e amigos conhecessem meu filho.

2) meu marido estava de férias... E, portanto, poderia viajar comigo.
3) Li e reli todos os comentários possíveis a respeito de viagens do tipo e não encontrei nenhum que falasse que houve problema. Vi apenas julgamentos de pessoas condenando a mãe.
4) Conversei com a pediatra do meu filho e ela disse q o maior problema seria o confinamento do bebê  em lugares cheio de pessoas mas que pela experiência dela ( ela tem vários pacientes cujas

mães são estrangeiras e precisam viajar) nunca houve problema. Contou casos de bebês que viajaram de avião com duas semanas de vida. Ela não proibiu, mas também não me deu carta branca.

5) Conversei com meu obstetra nos EUA e também pediatra e profissionais de saúde no Brasil ... Todos repetiram o que li e ouvi da médica nos EUA.

Resultado: Havia riscos sim, mas não encontrei fatos, estatísticas, relatos de algo negativo demais para viajar com o bebê....Logo, viajei. E digo: deu tudoooo certo! Graças a Deus! Meu bebê, com 1 mês e 3 dias, dormiu a viagem toda.... E deu umas 3 choradinhas( de 1 minutinho, no máximo) só pra mamar. 

Não estou escrevendo esse depoimento para confrontar ninguém. Somente para ajudar mães e pais
que estão no mesmo dilema que tive. O peso na consciência já existe .... Precisamos de informação e
não de julgamentos :)

Escutem os médicos e sempre avaliem a saúde de seu bebê. 

E, se a decisão for "sim".... Que tenham uma feliz e abençoada viagem!



Tensa... Mas feliz!